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Mano, de mão. Mundi, de mundo.

Um ofício qualificado é uma língua universal. Um soldador, um eletricista, um pedreiro carrega uma competência que não precisa de tradução: o que a impede de atravessar uma fronteira nunca é o ofício, é a papelada. A Manomundi existe para tirar essa papelada dos dois lados e tratá-la como deve ser.

No que acreditamos

Migração regulada, com contrato, pela via oficial

Existe uma forma legal e ordenada de contratar alguém de outro país, e é a única com que trabalhamos. Cada colocação assenta num contrato de trabalho real entre o trabalhador e a empresa e num processo legal e documental que tratamos de ponta a ponta.

O trabalhador nunca paga

Nem pelo perfil, nem pelo match, nem pelo processo, nem pela chegada. Quem paga o serviço é a empresa. Qualquer operador que peça dinheiro a um trabalhador em troca de trabalho no estrangeiro é um sinal de alarme, e dizemo-lo em voz alta.

Sem caixas negras

A empresa, o trabalhador e a nossa equipa olham para o mesmo processo. A nossa equipa analisa cada documento, os consentimentos ficam registados no idioma do trabalhador e cada passo fica rastreado. Ninguém tem de acreditar na palavra de ninguém sobre o ponto de situação.

Quem somos

Alen Valdez

Fundador

O Alen fundou a Manomundi depois de ver trabalhadores qualificados e empresas sem pessoal falharem o encontro por causa de um vazio administrativo que nenhum dos lados conseguia atravessar sozinho. Trabalha entre a Cidade do México e Lisboa e é normalmente quem responde ao primeiro email.

Onde estamos

A plataforma gerida para a contratação legal, integral e totalmente documentada de trabalhadores qualificados além-fronteiras.

Esteja do lado do corredor que estiver, comece por uma conversa.